Qual a importância do treinamento para empreendedores?

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O empreendedorismo está em alta. Com essa tendência cada vez mais forte, o mercado torna-se mais competitivo — o que faz com que o treinamento para empreendedores seja uma atitude estratégica para especializar a gestão e potencializar o desempenho das organizações dirigidas por eles.

Quem gerencia o negócio precisa ter em mãos técnicas, teorias e metodologias sobre a área em que atua. Afinal, essas especializações refletem diretamente no modo como a empresa funciona. Quer saber mais sobre esse cenário? Venha conosco e confira!

Qual é a importância do treinamento para empreendedores?

Quem assume uma posição de tanta responsabilidade e prestígio como a de um empreendedor deve se preocupar constantemente em aprofundar os seus conhecimentos e melhorar a sua gestão. O mercado se movimenta rapidamente e, para acompanhar esses lances sem ficar para trás, é preciso estar sempre atualizado.

Para obter bons resultados na administração de um negócio, quem empreende deve ter em mente que posturas reativas não são bem-vindas. Para que a empresa seja competitiva, estar preparado é fundamental.

Acompanhar as tendências, antecipando-se em relação às práticas de sucesso e alavancando o crescimento da organização, requer dedicação e aperfeiçoamento.

Quais áreas de desenvolvimento merecem mais atenção?

Estimular o crescimento da empresa é uma tarefa que depende de muitos fatores. Dessa maneira, algumas áreas são pilares para que esse desenvolvimento aconteça. São nelas que o empreendedor deve, inicialmente, focar.

Conforme o empreendedor ganha em expertise, ele pode ir afunilando a atuação e especificando onde quer trabalhar, tornando a empresa cada vez mais profissional. Vamos aos 5 assuntos fundamentais para uma boa administração empreendedora. Veja!

1. Planejamento estratégico

Pesquisas comprovam: metade das empresas que abrem no Brasil fecham antes dos 5 anos de atuação. Entre os principais motivos disso é a falta de conhecimento.

A especialidade deste tópico demonstra os pilares da administração — ou seja, ela foca em tudo o que deve ser pensado antes de dar início às atividades de uma empresa, pensando na continuidade e na melhoria das atividades.

Além disso, o planejamento estratégico ensina a identificar e a analisar esses elementos para tomá-los como bases para a tomada de decisão. O processo de planejar, as formas de colocar em prática, as métricas e as formas de correção: tudo isso é contemplado quando se aborda a estratégia de desenvolvimento do negócio.

O bom andamento desses processos garante o sucesso do empreendimento. Assim, o empreendedor precisa ser focado em responder às seguintes perguntas:

  • qual é a razão de ser do negócio?
  • quais são as prioridades?
  • quais são as oportunidades que o mercado oferece?
  • qual é o diferencial competitivo da empresa?
  • como a estratégia será compartilhada com a equipe?
  • como a comunicação da visão do negócio será feita?
  • quais formas de atuação aproveitam ao máximo os recursos?
  • quais dados precisam ser recolhidos para uma tomada de decisão acertada? Qual método será usado?

O planejamento estratégico do seu empreendimento responde claramente todas essas questões, apontando direcionamentos? Pense sobre isso.

2. Vendas e marketing

No planejamento estratégico de marketing você levanta a situação do mercado, informações sobre o público-alvo e também pesquisa sobre a concorrência. Esses dados são usados pensando em posicionar bem a marca e gerar valor com o produto ou o serviço prestado.

A identidade da empresa — ou seja, a imagem que expressa quem ela é — é pensada e propagada pelo marketing a fim de atrair e fidelizar consumidores, demonstrando o valor da organização. Esse processo impacta diretamente nas vendas, pois a linha de frente deve estar coerente com tudo o que foi pensado anteriormente.

O marketing opera pensando e aplicando a inovação. Novos produtos, novos mercados de atuação, especialização em nicho, formas vantajosas de vendas (precificação, localização, sazonalidade, clusters…) e ferramentas de controle que visam analisar os lançamentos, a representatividade de cada produto no faturamento e o ciclo de vida, por exemplo.

3. Gestão financeira

O faturamento de um negócio é sempre um assunto importante para quem empreende. Vale apenas lembrar que faturamento não é sinônimo de lucro, uma vez que os custos de operação em geral podem ser tão altos quanto o valor faturado.

Diante disso, ser profissional em gestão financeira é imprescindível para que haja o equilíbrio nessas questões. Ainda que se tenha uma excelente estratégia de marketing — trabalhando inovação, valor e diferenciais competitivos — e total expertise no processo de vendas, qual validade isso tem se o lucro não é bem gerido e aplicado?

Existem diversas informações gerenciais valiosas nas movimentações financeiras de uma empresa. Os registros são dados que demonstram como a organização está se saindo e quais caminhos ela deve evitar ou seguir.

Há conceitos básicos para fazer gestão das finanças: lucratividade; rentabilidade; ponto de equilíbrio; custo fixo; custo variável, etc. Conhecendo-os e dominando o assunto, atuando com mais abrangência, será possível:

  • elaborar e orquestrar o planejamento financeiro;
  • desenvolver projeções orçamentárias periódicas;
  • controlar o fluxo de caixa;
  • projetar cenários;
  • usar os dados para aplicar os recursos onde eles realmente dão resultado;
  • analisar a rentabilidade;
  • enxugar custos;
  • manter a empresa dentro da legislação em relação ao Fisco.

A gestão financeira eficiente mantém o saldo positivo do negócio visando o crescimento e a plena estabilidade mesmo em tempos de crise econômica.

4. Administração operacional

Chegamos aos processos. Todo negócio é composto de uma cadeia de produção: os produtos, os serviços ou as soluções que são comercializados provém de um esquema que deve funcionar com harmonia.

Pontos como a logística de armazenamento e distribuição, a gestão de estoque, a relação com fornecedores e o manuseio dos insumos são abordados quando o empreendedor deseja potencializar as operações. Assim, planejamento estratégico, tático e operacional funcionam mutuamente.

Por isso, especializar-se é muito importante: conhecendo profundamente esses processos é possível tirar o maior proveito deles, evitando desperdícios, perdas de prazo e retrabalhos — que resultam em prejuízos financeiros, atrapalhando toda a organização.

Esse conhecimento sobre as operações, somado à excelente aplicação de recursos e à gestão de pessoas, gera um processo produtivo eficiente que garante a qualidade — que, por sua vez, traz a satisfação do cliente.

Como a capacitação impacta a empresa?

Quando o empreendedor se capacita ele agrega valor à administração do negócio. O mais importante é que, sendo um líder, essa pessoa competente também entende a importância de incentivar a equipe na participação de treinamentos.

A organização precisa funcionar com sinergia: uma área desaguando na outra, todas trabalhando em conformidade, de forma mais horizontal que vertical. Os resultados são logo vistos quando um bom trabalho é executado e, sem conhecimento, ninguém trabalha bem.

É importante ter a cultura organizacional de que o capital intelectual é o que faz a empresa se movimentar saudavelmente: ao estabelecer modelos de atuação para seguir aprimorando a equipe, é possível obter os melhores resultados.

É errado centralizar o conhecimento apenas na liderança e limitar o treinamento para empreendedores. Espalhe a excelência em toda a sua organização. Assim, a administração contará com todo o apoio tático e operacional que necessita para dar sequência às atividades bem-sucedidas do empreendimento.

Quer saber como estabelecer essa mentalidade no seu negócio? Por meio da capacitação! Leia sobre treinamentos para empresas e conheça as melhores formas de adotar esse método na sua organização!

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