Por que escolher a Working Better no treinamento para funcionários da sua empresa?

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O mercado de treinamento para funcionários de empresas cresceu muito na última década, pois vem mostrando sua eficiência e necessidade na prática do negócio.

É possível traçar uma relação entre o aumento da profissionalização de uma empresa com competitividade e maturidade do mercado, e para reforçar isso, a pesquisa Panorama do treinamento no Brasil 2017 mostra que as multinacionais que atuam no Brasil realizam uma carga de treinamento 38% maior que as empresas de capital nacional.

Esse mesmo estudo traz, ainda, um outro dado alarmante: o valor financeiro investido em treinamento pelas empresas multinacionais que atuam no Brasil é 80,55% maior que o valor investido pelas empresas brasileiras.

Agora responda, quem você acha que estará mais preparado para os “jogos do campeonato”?

Sendo assim, é inevitável pensar em treinamento para funcionários caso uma empresa queira atuar melhor, ser mais competitiva e, além disso, almejar mais resultados.

É preciso considerar essa ferramenta para a evolução do negócio.

treinamento para funcionários

Os tipos de treinamento para funcionários

Há diversos formatos de treinamentos para funcionários que podem ser utilizados, no entanto, nem todos servem para tudo, ou seja, uma escolha cuidadosa pode significar tanto tornar o treinamento um investimento, quanto um custo.

Por conta disso, é recomendado que o gestor se preocupe com a escolha do tipo do treinamento, seu conteúdo e efetividade.

Em 2017, segundo pesquisa: 79% das empresas que utilizam métricas para avaliar seus treinamentos medem aspectos pouco estratégicos, como a avaliação do funcionário sobre o treinamento, ao passo que outros 28%, avaliam se o aluno respondeu corretamente as avaliações de aprendizado.

Sendo assim, a métrica é muito importante, mas seu enfoque pode não ajudar, efetivamente, na conquista dos objetivos do negócio.

Conclui-se então, que um ponto fundamental é a definição de como o treinamento para funcionários ajuda nas demandas estratégicas da empresa e como ele será avaliado.

Tendo isso consolidado, é importante escolher o tipo de treinamento que melhor se adeque ao perfil do funcionário, necessidades de transmissão dos conteúdos e os objetivos e métricas que nortearão os esforços.

Dentre os diversos tipos de treinamentos para funcionários que uma empresa pode escolher há as “Palestras”, usualmente de curta duração e para a transmissão de ideias pontuais, e embora seja um formato interessante é pouco eficaz quando se deseja mudar comportamentos ou implantar uma forma de trabalhar.

E o “On the job”, muito comum entre as empresas e que corresponde ao funcionário experiente treinando um novato, o que pode tornar esse modelo eficiente e barato mas, que na prática, é conduzido sem a estruturação e os cuidados devidos.

A empresa pode, ainda, desenvolver um treinamento para funcionários customizado ou adquirir algo pronto no mercado.

Esses aspectos não são excludentes e demandam a análise da adequação do conteúdo. Além desses, há ainda outros formatos que podem ser analisados pelos gestores.

Já falei neste artigo sobre os 10 tipos mais comuns de treinamentos para funcionários que sua empresa pode adotar.

Como escolher o tipo de treinamento adequado ao funcionário?

É recomendável que a empresa analise, essencialmente, três fatores, que são algumas dicas de como escolher e oferecer o treinamento para os funcionários:

  • Quais competências os funcionários precisam para que a empresa alcance seus objetivos estratégicos?
  • O funcionário conseguirá absorver esses conteúdos?
  • Esse conhecimento e capacidade serão colocados em prática?

Com essas reflexões o gestor pode analisar melhor o tipo de treinamento, como o conteúdo será repassado, as métricas para verificar a efetividade e como essas novas competências serão aplicadas no dia a dia da empresa.

Embora existam outros elementos para analisar a escolha do treinamento, esses três apresentados acima estabelecem uma base sólida e permitem que outros aspectos se desdobrem nessas considerações.

Ainda assim, a empresa deve ter certeza se o treinamento trará resultados e ter a clareza de que as instruções estarão inseridas em contextos de limitações e potenciais.

Por exemplo, será pouco efetivo um treinamento para funcionários sobre bom comportamento diante do cliente, se a empresa tem um péssimo clima organizacional e políticas ruins para seus colaboradores, ou seja, o contexto pode anular os ensinamentos do treinamento.

De nada adianta a empresa investir em palestras sobre novas atitudes, se seus líderes não colocarem esses conceitos em prática e nem servirem de exemplo real.

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Como o modelo da Working Better pode ajudar sua empresa?

Como o próprio nome diz, o propósito da Working Better é ajudar as empresas a trabalharem melhor, gerando, consequentemente, mais força e felicidade.

Se uma empresa é mais produtiva, ela pode conquistar mais resultados, e essa soma confere maior força para ela, sendo assim, uma equipe que produz, que sabe o que fazer e é útil para empresa, sem dúvida alguma trabalhará com mais felicidade e satisfação.

Diante dessas premissas, a Working Better desenvolveu um modelo diferente, com novas tecnologias, e que é muito mais que um treinamento.

Por isso que os nomes “curso” ou “treinamento” não são usados, atribuindo-se o termo “modelo prático de gestão”, que conta com diversos temas nas áreas de Marketing, Vendas e Comunicação.

A Working Better oferece um pacote que objetiva implantar na empresa uma boa prática de atuação, ou seja, ajudá-la a efetivamente pensar e agir melhor, já que todo esse capital intelectual deve ficar na própria empresa e não apenas na cabeça de alguns funcionários.

1. A melhoria é para a empresa:

Na Working Better, até cinco funcionários podem participar do processo de aprendizado e no desenvolvimento do método prático;

2. VídeoAulas Online:

Assista quantas vezes quiser e conte com conteúdo de alto nível, tratado por um especialista com experiência de mercado e ótima formação acadêmica;

3. Método prático de atuação:

A empresa precisa ter uma forma estruturada para atuar na prática, isso é o método.

A Working Better entrega esse modelo em um Guia em PDF, e diversas videoaulas, porque o conhecimento deve ser útil, prático e aplicável;

4. Fóruns de discussão:

Os funcionários que participam do modelo da Working Better têm fóruns exclusivos para discutirem cada item do método prático, assim a empresa desenvolverá uma forma prática de atuar com a colaboração da sua equipe.

Essa é mais uma alternativa de colocar o conteúdo no dia a dia da empresa e ainda estimular uma postura colaborativa;

5. Ambiente online para preencher o método prático:

“Boas práticas na prática”.

De nada adianta ter um excelente modelo de atuação se não está registrado e acessível à todos os funcionários. O ambiente online garante que o capital intelectual estará sempre disponível e acessível a todos;

6. Mentoria tira-dúvidas:

Você não está sozinho.

É natural que ao apreender novos conceitos e desenvolver um modelo prático algumas dúvidas surjam, então, para auxiliar as empresas, a Working Better oferece um canal de tira-dúvidas para apoiar, de fato, a evolução corporativa;

7. Biblioteca Corporativa:

É online e exclusiva e, novamente, um esforço para deixar o conhecimento na sua empresa.

Nessa biblioteca estarão os métodos práticos desenvolvidos pelos funcionários e todos os demais conteúdos (artigos, notícias, manuais, casos) que a empresa queira publicar, ou que a Working Better.

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De onde saiu o modelo da Working Better?

Entendemos que as PMEs (pequenas e médias empresas) acumulam pouco capital intelectual e se preocupam pouco em definir seus métodos de atuação, boas práticas, políticas, entre outros aspectos que são comuns nas grandes empresas e que ajudam muito no crescimento, lucratividade, atratividade e maturidade empresarial.

Em contrapartida, as instituições de ensino entregam, prioritariamente, conceitos e conhecimentos teóricos, para um aluno que não é estimulado e não consegue transformar conceitos em prática nas empresas.

Alguns fornecedores vendem métodos isolados (ferramentas) que pouco ajudam as PMEs pois, na prática, as metodologias devem ser usadas em conjunto com outras, alicerçadas em diagnóstico e alinhadas com uma visão mais ampla (estratégica), ou seja, só conceitos ou ferramentas/métodos isolados ajudam pouco as PMEs.

Vemos profissionais com formação incompleta com baixa capacidade de implantar conhecimentos, métodos e boas práticas nas empresas, e reforçando esse problema, vemos as empresas pouco atentas a essas questões.

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