Conheça as melhores práticas para uma gestão de varejo eficiente

gestão de varejo
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Como ocorre com outros setores da economia, a gestão de varejo passa por um período de intensa transformação. Porém, há algo de especial no caso desse segmento em razão da sua proximidade com o consumidor.

Se observarmos, o novo cenário econômico e social caracteriza-se como uma busca entusiasmada pela melhora da experiência do cliente, com base em informação e com o objetivo de melhora da competitividade. Nesse cenário, é o varejo que “olha no olho” do cliente.

É nesse estágio da cadeia produtiva que todos os planos se concretizam e se traduzem na vivência de contato com o produto. É tarefa do varejo torná-la encantadora e estimulante.

Para isso, é preciso alicerçar a operação em uma estrutura eficiente, ágil, interativa e, ao mesmo tempo, humanizada e com alto potencial de crescimento do negócio. Como fazemos isso? É o que vamos esclarecer no decorrer deste texto. Confira!

Planejamento

A gestão eficiente não nasce do nada e simplesmente porque a empresa desenvolve sua capacidade operacional.

É preciso método e direcionamento para que esse desenvolvimento obedeça a um sentido estratégico, foque em objetivos definidos e organize suas prioridades.

Nesse sentido, o planejamento é a descrição do caminho que a empresa deseja percorrer com detalhes sobre como, onde, quando, por que e com quem essa jornada será trilhada.

Finanças

Esse plano não se realiza sem que os recursos estejam disponíveis. A área das finanças é uma base importantíssima da gestão porque garante essa disponibilidade, seja projetando orçamentos no futuro, seja controlando a aplicação dos investimentos no presente.

Por meio de sistemas e metodologias de controle, as empresas de varejo equilibram os valores imobilizados em estoque, promovem o giro de mercadorias no tempo ideal, lançam ofertas, programas de incentivo e fazem previsões seguras de demanda e resultados. É preciso, para isso, contar com talentos capacitados e apaixonados pelo setor.

Falhas nessa área podem levar a empresa a situações delicadas e bastante arriscadas. Em graus menos impactantes, vão ocasionar uma distribuição precária e pouco equilibrada de recursos, dificultando que as prioridades estratégicas sejam atendidas.

Estoque

Embora o controle financeiro seja importante para determinar o tamanho e o prazo de giro de mercadorias, a organização de estoque vai muito além desses números.

Não há como manter esperanças em relação à capacidade da empresa de entregar uma boa experiência, sem garantir a excelência em monitoramento, armazenamento e manuseio dos itens estocados.

A tecnologia está evoluindo rápido no auxílio desse controle e já faz uma enorme diferença em comparação ao tempo no qual operávamos com cadernos e cartões de controle. Mesmo assim, ela ainda depende de uma boa metodologia e do respeito às regras e práticas.

Fornecedores

Se o varejo é “quem olha no olho do cliente”, como mencionamos, ele não presta o melhor serviço sozinho. Até que o produto chegue às mãos do consumidor, há um longo e complexo caminho.

Quando fornecedores e varejistas se relacionam com essa percepção de continuidade, conseguem estabelecer alinhamento e sinergia.

Como consequência, trabalham continuamente com troca de informação e dedicação à eliminação de gargalos operacionais, que comprometem a eficiência.

Preços melhores, prazos mais curtos e qualidade superior devem ser objetivos perseguidos contínua e conjuntamente.

Tecnologia

Não é só no estoque que a tecnologia contribui para a eficiência e para a adequação das empresas de varejo à nova realidade do mercado.

Não faz muito tempo, o setor percebeu a necessidade de estar disponível para o consumidor em todos os canais, o que levou ao desenvolvimento das estratégias multicanal.

Mas logo verificamos a necessidade de que esses canais operassem integrados e a troca de informações entre eles precisou ser viabilizada. O que chamamos de omnichannel e não apenas multicanal. Sem tecnologia, essa prática seria inviável.

Nesse cenário, os recursos tecnológicos deixaram de ser apenas ferramentas usadas pelo varejo. Eles passaram a fazer parte do negócio. Atualmente, e cada vez mais no futuro, as lojas se tornarão extensões de ambientes de compra virtuais, os provadores de roupa poderão interagir e assim por diante. Algumas lojas conceito já usam esses recursos.

Desse ponto de vista, a tecnologia precisa ser incorporada como base estrutural das empresas. Do contrário, elas não terão a dinâmica que será exigida delas, no momento de usar os recursos fabulosos que descrevemos no parágrafo acima para impactar na experiência do cliente.

Pessoas

No entanto, nenhuma tecnologia substitui a capacidade criativa e humana. São as pessoas que aplicam e aprimoram a forma como os recursos são utilizados, além de decidirem por aceitar práticas e novidades.

Tenha em mente que inovação não é feita apenas de boas ideias, mas da aplicação bem sucedida delas. Isso significa que, sem que as pessoas aceitem as novidades, elas podem permanecer apenas como invenções.

A diferença entre o que pode ser exposto em um museu e o que conquista de fato o mercado, de forma figurativa, está na capacidade de conquistar pessoas.

Liderança

As primeiras pessoas que precisam ser conquistadas são as lideranças. Sem incorporar um espírito e uma visão que busque a eficiência e a inovação, nenhum líder é capaz de disseminar as melhores práticas, inclusive as de gestão de pessoas.

Isso porque elas não dependem apenas da rigidez e do controle atento, mas do estimulo à criatividade e às atitudes colaborativas da equipe.

Equipe

Dito isso, finalmente chegamos ao alicerce principal da eficiência no varejo: a equipe. Somente com a capacitação e a valorização dos colaboradores é possível alcançar patamares realmente significativos de excelência.

Afinal, quem é que vai elaborar e executar o planejamento? Controlar as finanças e o estoque? Se relacionar com os fornecedores? Incorporar e implantar as tecnologias certas? E liderar de modo inspirador?

Acreditamos firmemente que a excelência na gestão de varejo depende da boa capacitação dos colaboradores.

Não apenas para que eles sejam orientados, instruídos e motivados, mas sim para que agreguem ao capital de conhecimento da empresa conforme se desenvolvem e crescem profissionalmente.

Nosso propósito é, justamente, o de formar pessoas para que elas contribuam para o alcance do máximo de eficiência ao assimilar boas práticas de gestão de varejo.

Por isso, estamos convictos de que não somos nem um pouco suspeitos para falar da importância das pessoas para a empresa, uma vez que é isso que dá sentido a nossa atividade e contribuição.

Aproxime-se desse propósito e mantenha-se informado sobre temas relevantes para sua atividade. Assine nossa newsletter!

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